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Quais são as suas certezas?

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Hoje assisti a um vídeo que vai bem de encontro ao que penso. Vivemos, atualmente, um momento totalmente diferente do que vivíamos até então. Como diz o autor do vídeo: "já mudei de ideia várias vezes".  Ficar em casa. Não ficar em casa. Trabalhar em casa. Voltar ao trabalho. Rodízio suspenso. Rodízio extremo. Tem remédio. Não tem remédio. A culpa é do governo. A culpa é dos outros governos. A culpa é do vírus. Mandetta sai. Teich fica. Moro é herói. Moro é espião. O vírus é chinês. O vírus é europeu. O vírus é nosso. Ufa!!! Minha cabeça dói. Não estou acostumada a ir e vir, a saber e não saber. Certeza de tudo? Que nada! O fato é que eu sou parte de tudo isto e tenho que fazer alguma coisa. Essa alguma coisa não é nada de muito importante mundialmente, nem para o Brasil, sequer para São Paulo. Essa alguma coisa é importante dentro da minha casa, dentro do meu ser. Como isso pode influenciar os arredores, eu não tenho muita certeza, aliás, certeza, ultimam...

Beato Álvaro del Portillo, meu amigo no céu!

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Hoje, 12 de maio, é comemorado o dia do Beato Álvaro del Portillo. Dom Álvaro, como o conheci em 1989 e como gosto de chamá-lo, foi o primeiro sucessor de São Josemaría Escrivá, fundador do Opus Dei. Era engenheiro civil e doutor em filosofia e em Direito Canônico. Dele, há muitos casinhos dignos de reflexão, mas o que mais me chamou e chama atenção em seu modo de ser é a forma serena como falava. Forte sem deixar de ser manso. Falar o que deve falar, fazer o que precisa ser feito, sem entretanto, perder a calma e a docilidade. Uma luta diária para mim e por isso, talvez, eu o admire tanto. Dom Álvaro entrou definitivamente em minha vida por uma grande graça alcançada. Vou contar rapidamente o que aconteceu. Para nossa família a beatificação de Dom Álvaro em 27 de setembro de 2014 foi uma alegria imensa, já que neste ano de 2014 havíamos recebido uma grande graça através de sua intercessão.  Quando meu esposo, Valter, adoeceu e os médicos deram como certa sua cirurg...

TODO AZUL DO MAR

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Sonia Rosalia Essa foi a primeira música que levei, inteiramente, à oração. Quando a ouvi, pela primeira vez, no início da década de 80, já era apaixonada por Nossa Senhora e a música dizia à Virgem, tudo aquilo que eu gostaria de dizer, mas a minha falta de talento não permitia. Quantas vezes me sentava diante de uma imagem e não sabia o que dizer? Muitas... muitas mesmo... Meu amor pela doce Senhora, como gosto de chamá-la, começou quando ainda era apenas uma menina. Pelo exemplo de minha nona, muito cedo (devia ter meus 8 ou 9 anos) comecei a rezar o terço e sempre conversava com Ela sabendo que me olhava, que me queria bem e me protegia. Mesmo quando, na adolescência, minha docilidade infantil ficou escondida no fundo de algum armário lá de casa, deixando minha querida mãe de cabelos brancos e coração apertado; mesmo em meio à pseudo-rebeldia que, como adolescente buscava a fim de encontrar meu lugar no mundo; mesmo quando deixei de ir à ...